Todos os meses o Politize! lança a retrospectiva do mês anterior. Essa é uma forma de lembrar e registrar alguns dos principais acontecimentos no Brasil e no mundo. Em tempos de paradoxo entre zilhões de informações nas redes e uma desinformação constante (cada vez mais pessoas acreditam em notícias falsas), o registro de fatos é um bom caminho para nos atermos à realidade. Além disso, com elas, esperamos auxiliar vestibulandos e concurseiros a se manterem atualizados para provas futuras.

Além das retrospectivas, você também pode acompanhar acontecimentos diretamente no nosso portal (textos de segunda à sexta) e nas redes sociais: Youtube; Twitter (@_politize), Facebook, Instagram (@_Politize)

O que aconteceu na Política Nacional?

Bandeira do Brasil

1) Temer no Líbano

O ex-presidente do Brasil, Michel Temer, de ascendência libanesa, esteve no Líbano em agosto, chefiando uma missão oficial brasileira enviada ao país, a convite do atual presidente Jair Bolsonaro. Junto com os 13 integrantes da missão (você pode conferir quem foram nesse post do G1)  também foram enviados medicamentos e alimentos ao país, no contexto da explosão que assolou Beirute (capital) no começo do ano.

Temer precisou de permissão judicial para deixar o Brasil entre os dias 12 e 15 de agosto (duração da missão) por ser réu em ações penais na chamada Operação Descontaminação, uma das operações dentro da Lava Jato.  A permissão foi concedida pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, onde o titular é o juiz Marcelo Bretas.

Missão humanitária brasileira de ajuda ao Líbano chega em Beirute. (Foto: Suboficial Alexandre Manfrim via Fotos Públicas)

Missão humanitária brasileira de ajuda ao Líbano chega em Beirute. (Foto: Suboficial Alexandre Manfrim via Fotos Públicas)

2) Veto ao aumento de servidores

No Politize! nós já te explicamos como funciona a remuneração de empregados e servidores públicos. Em meio a pandemia e os aumentos de gastos causados por ela, contudo, essa remuneração foi para os centro dos debates. No dia 20 de agosto, a Câmara dos Deputados decidiu manter o veto presidencial, presente na Lei Complementar 173, de 2020, que impede o aumento de salários e a contagem de tempo de serviço (que serve para  para servidores públicos possam progredir na carreira, e conseguir gratificações) de todos os funcionários públicos até 31 de dezembro de 2021. Foram 316 votos favoráveis à manutenção do veto e 165 contrários.

No dia anterior (19), o Senado Federal havia votado pela derrubada do veto, por 42 votos a 30. Contudo, para que ele fosse derrubado seria necessária a maioria também na Câmara.

De acordo com a Agência Senado, durante a tramitação no Congresso, chegou-se a considerar que profissionais das áreas da saúde, da segurança, da educação, da limpeza urbana e dos serviços funerários, os agentes penitenciários, os assistentes sociais e os militares que estivessem atuando diretamente no combate à pandemia poderiam ser exceções a essa regra. Contudo, o veto foi mantido para todos os funcionários públicos, incluindo eles.

Imagem dos prédio do Congresso em Brasília. Conteúdo poder legislativo (Foto: Agência Brasil)

Imagem dos prédio do Congresso em Brasília. Conteúdo poder legislativo (Foto: Agência Brasil)

3) Trocas na equipe econômica do governo

Dois secretários da equipe econômica de Paulo Guedes, Ministro da Economia, deixaram o cargo em agosto, no dia 11. O secretário especial de Desestatização, Desinvestimentos e Mercados, Salim Mattar, e o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Ubel. Ambos saíram após pedidos de demissão. Desde o início do governo, já foram feitas 7 trocas na equipe econômica. Você pode conferir detalhes sobre elas nesta matéria do G1.

Para o lugar de Salim Mattar, foi nomeado Diogo Mac Cord, no dia 26. Já para o de Ubel,  foi nomeado Caio Mario Paes de Andrade, no dia 21.

Ex-secretário de Desestatização, Desinvestimentos e Mercados, Salim Mattar. Foto de 19/02/2020 (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

4) Nova liderança do governo na câmara

O governo federal tem um novo líder na Câmara dos Deputados. Em agosto, o deputado Major Vitor Hugo (PSL), até então o líder do governo da Câmara, deu lugar ao deputado Ricardo Barros (PP), ex-Ministro da Saúde do governo Temer, e, conforme apontado pelo Nexo, membro do Centrão. Caso você ainda não entenda bem o Centrão, calma que nesse post a gente te explica.

Mas qual a função de um líder de governo na Câmara? O Nexo também explicou muito bem. O líder de governo articula os interesses do governo dentro da Câmara, sendo esse um cargo de bastante prestígio e visibilidade. Ele tem a prerrogativa de encaminhar votações, participar do trabalho de comissões, mesmo das que não é membro (mas sem direito a voto), pedir a palavra e discursar durante as sessões e participar do Colégio de Líderes (órgão que define a pauta de votações no plenário da Câmara), mas também sem direito a voto.

Deputado Ricardo Barros em sessão da Câmara (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Deputado Ricardo Barros em sessão da Câmara em fevereiro de 2019 (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

5) Afastamento do governador do Rio

No dia 28 de agosto, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o afastamento de Wilson Witzel do cargo de governador do Rio de Janeiro por 180 dias. Conforme apontado pela Agência Brasil, a decisão faz parte da operação Tris in Idem,  desdobramento da operação Placebo. que investiga atos de corrupção em contratos públicos do governo do Rio. Em resposta, Witzel negou qualquer irregularidade e alegou interferência presidencial como motivo da decisão.

Durante esse tempo,  Cláudio Castro (PSC) assume como governador interino, enquanto se aguarda se haverá ou não um processo de impeachment do governador.

O governador Wilson Witzel. (Foto de 27/01/2020 por Fernando Frazão/Agência Brasil)

O governador Wilson Witzel. (Foto de 27/01/2020 por Fernando Frazão/Agência Brasil)

6) Incêndios no Pantanal

Durante o mês de agosto, o Pantanal, (bioma presente no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul) que, segundo a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), é a “terceira maior reserva da biosfera do mundo […] [e] abriga uma diversidade de flora e fauna particularmente valiosa, contendo pelo menos 4,7 mil espécies descritas […]” teve o segundo maior número de focos de calor detectados em um mês desde o início das medições, por parte do INPE, em 1998. Foram 5.935 focos de calor detectados ao longo do mês, de acordo com o G1. Esse número é 3,5 vezes maior que no mesmo mês no ano passado.

Já a Amazônia, conforme apontado pelo G1, teve queda de 5,2% nos focos de incêndio se comparado ao mesmo mês de 2019, mas ainda possuiu 29.307 registros de queimadas, valor 12,4% maior que a média histórica mensal de 26.082 focos. O valor é o segundo maior desde 2010, atrás apenas do de 2019.

Lançamento da Operação Pantanal 2 para combate ao incêndio na região (Foto: Mayke Toscano/Secom-MT via Fotos Públicas)

Lançamento da Operação Pantanal 2 para combate ao incêndio na região (Foto: Mayke Toscano/Secom-MT via Fotos Públicas)

7) Coronavírus e populações indígenas

No dia 05 de agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou uma determinação para que sejam mantidas medidas de proteção a grupos indígenas durante a pandemia de COVID-19, por parte do governo federal. Essas medidas já haviam sido determinadas pelo Ministro Barroso em julho. Você pode conferir em detalhes as medidas o debate em torno delas, e os votos dos Ministros neste texto do G1.

Operação Xavante – Governo de MT e Governo Federal atuam em aldeias indígenas no combate à Covid-19 (Foto: Mayke Toscano/Secom-MT via Fotos Públicas em 29/07/2020)

Operação Xavante – Governo de MT e Governo Federal atuam em aldeias indígenas no combate à Covid-19 (Foto: Mayke Toscano/Secom-MT via Fotos Públicas em 29/07/2020)

E o que aconteceu na Política Internacional?

1) O mundo em combate ao coronavírus

Na data de publicação desse texto (17/09), o mundo se aproxima de 30 milhões de casos de COVID -19 (São 29.764.055 no momento) e de 1 milhão de mortes (São 939.456 até o momento), de acordo com a John Hopkins. Os países com maior número de casos seguem são Estados Unidos (6.630.051), Índia (5.020.329), Brasil (4.4019.083), Rússia (1.075.485) e Peru (738.020). Em relação ao número de mortes, os 5 primeiros são Estados Unidos (196.763), Brasil (134.106), Índia (82.066), México (71.978) e Reino Unido (41.773).

Em termos de pessoas recuperadas, o mundo conta com 20.225.219. Os países com mais pessoas recuperadas são Índia (3.942.360) , Brasil (3.843.464), Estados Unidos (2.525.573), Rússia (887.457) e Colômbia (610.078).

O principal destaque do mês foi o anúncio do início da produção, por parte da Rússia, de sua vacina contra a COVID-19, intitulada Sputnik V, no dia 15. A vacina segue em fase de testes. Lembrando que você pode acompanhar o andamento dos testes das principais vacinas pelo mundo no painel do NY Times.

Mapa de COVID da John Hopkins (Data: 17/09/20200

Mapa de COVID da John Hopkins (Data: 17/09/20200

2) Premiê Japonês renuncia

No dia 28 de agosto, o então primeiro-ministro do Japão Abe Shinzo anunciou que estaria deixando o cargo, por problemas de saúde, mesmo com um ano restantante de mandato. Abe foi primeiro-ministro japonês entre os anos de 2006 e 2007 e, posteriormente, entre 2012 e 2020, se tornando a pessoa que ocupou esse cargo por mais tempo na história recente do Japão.

Seu lugar será ocupado por Yoshihide Suga, de 71 anos, que recebeu 314 dos 462 votos na Câmara Baixa do parlamento japonês, em 16 de setembro, que terá como principal desafio o combate ao coronavírus no país. Você pode conferir o discurso de saída de Abe no vídeo abaixo, produzido pelo portal Uol.

3) Explosão no Líbano

No dia 04 de agosto ocorreu uma grande explosão em Beirute, capital do Líbano. O impacto foi sentido a quilômetros de distância, deixando um rastro de centenas de mortos e milhares de feridos. As imagens da explosão impressionaram e correram o mundo e chamaram atenção para outros aspectos da economia e da política do país. Para explicar a situação, o Politize! fez um vídeo, que você pode conferir abaixo.

4) Golpe Militar no Mali

O Mali, país africano de 19 milhões de habitantes, teve um mês de agosto bem agitado. Isso porque, no dia 18, um grupo de militares auto intitulado Comitê Nacional para a Salvação do povo tomou o poder, forçando o então presidente, Ibrahim Boubacar Keïta, a renunciar ao cargo em rede nacional. O primeiro ministro Boubou Cissé também renunciou.

A ação teve forte apoio popular, sendo aclamada por multidões nas ruas, mas foi  amplamente condenada internacionalmente pela ONU, pela União Africana, pela ECOWAS (Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental) e por países como França e Estados Unidos.

Vale lembrar que a crise no país já durava alguns meses, tendo acontecido grandes manifestações populares contra o governo, na capital Bamako, em junho (5 e 19) e julho (10). Conforme  trazido pela DW, os principais motivos de insatisfação foram a estagnação econômica, a corrupção, a instabilidade securitária no centro e no norte do país (com grupos ligados a Al Qaeda e Estado Islâmico), além de contestações sobre votos invalidados na última eleição legislativa.

Imagem de um globo terrestre focado na África Ocidental. Foto: Visual Hunt

Imagem de um globo terrestre focado na África Ocidental. Foto: Visual Hunt

5) Convenções partidárias nos Estados Unidos

As eleições nos Estados Unidos estão se aproximando e, em agosto, tivemos importantes acontecimentos relacionados a esse tema: as convenções partidárias. Com o objetivo de oficializar seus candidatos, promover discursos impactantes e reforçar suas campanhas pela corrida presidencial, Republicanos e Democratas realizaram eventos 100% digitais.

Para te ajudar a ficar por dentro dos principais temas e discursos de ambas as convenções, nós preparamos um texto sobre esse tema. Que tal dar uma conferida?

Imagem ilustrativa de uma impressora com uma folha impressa escrito "Elections 2020"

Foto: Pixabay

6) Tensões no Belarus

Você já ouviu falar no Belarus? Esse país, também conhecido como Bielorrússia, possui 9,5 milhões de habitantes e fica a leste da Rússia e ao norte da Ucrânia, e foi um dos membros da União Soviética (URSS), durante a Guerra Fria, até o ano de 1991. E foi logo depois de seu estabelecimento enquanto Estado independente que o pivô das atuais tensões chegou ao poder. Alexander Lukashenko, considerado como “o último ditador da Europa“,  foi o primeiro e único presidente após o  fim do domínio soviético, e comanda o país desde 1994 (26 anos seguidos no poder). Foram 6 eleições seguidas vencidas, entre manobras eleitorais para permitir que ele concorresse a novos mandatos.

E é justamente o resultado da última eleição, divulgado em 9 de agosto, que motiva as atuais tensões. De acordo com os resultados divulgados, Lukashenko teria obtido mais de 80% dos votos, contra 10% da opositora Sviatlana Tsikhanouskaia, esposa do blogueiro opositor Serguéi Tijanovski, que se encontra preso no país.  A oposição não reconheceu o resultado da eleição, acusando a existência de fraudes e repressão a eleitores.

Desde então, uma série de protestos vem se espalhando pelo país, contrários a figura de Lukashenko, principalmente na capital, Minsk. O governo vem reprimindo protestos e prendendo manifestantes. De acordo com a agência de notícias russa RIA, conforme trazido pelo OGlobo, ao menos 3.000 foram detidas ao longo dos protestos. Nesse podcast do Nexo, você pode entender um pouco melhor a situação em Belarus.

E, em paralelo a isso, outro ponto interessante de citar são as tensões entre Belarus e Rússia que aconteceram no começo do mês após a prisão de 32 mercenários da empresa paramilitar russa Wagner no Belarus, em 30 de julho. Na versão do governo de Belarus, eles teriam sido enviados pela Rússia para promover atentados terroristas antes das eleições. Já a Rússia acusa Lukashenko de fabricar o episódio como estratégia eleitoral. Você pode entender um pouco mais dessa situação neste post da DW.

Localização geográfica do Belarus no Google Maps

Localização geográfica do Belarus no Google Maps

7) Acordo entre Israel e Emirados Árabes

No dia 13 de agosto, Israel e Emirados Árabes Unidos anunciaram que chegaram a um acordo para estabelecer relações diplomáticas entre os dois países. Com isso, os Emirados Árabes se somam a Egito (1979) e Jordânia (1994), se tornando o terceiro país árabe a estabelecer relações com Israel. O acordo foi assinado entre o príncipe herdeiro da monarquia saudita, Mohammed bin Zayed al-Nahyan, e o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu e teve mediação do presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

Além de uma aproximação econômica, o acordo prevê uma suspensão da soberania de Israel sobre a região da Cisjordânia e a aproximação pode ser uma boa forma dos Emirados Árabes exercerem maior influência em questões que envolvam a defesa da Palestina. Outro efeito que vem sendo apontado é o de um isolamento do Irã, principal potência árabe xiita na região. Vale lembrar que ambos os países possuem um grau de rivalidade com o Irã. Se quiser se aprofundar um pouco mais sobre esse e outros temas, indicamos esse texto da BBC e essa coluna de Filipe Figueiredo, na Gazeta do Povo.

Outro ponto importante sobre os Emirados Árabes em agosto foi a inauguração de Brakah, a primeira usina nuclear do mundo árabe. Confira mais sobre isso neste texto da BBC.

Donald Trump anuncia acordo de normalização total das relações entre Israel e os Emirados Árabes Unidos (Foto oficial da Casa Branca por Joyce N. Boghosian, via Fotos Públicas)

Donald Trump anuncia acordo de normalização total das relações entre Israel e os Emirados Árabes Unidos (Foto oficial da Casa Branca por Joyce N. Boghosian, via Fotos Públicas)

Alguns outros acontecimentos:

1) Sistema de alerta de terremotos em smartphones

Em agosto, a Google anunciou que quer utilizar seus smartphones Android para emitir alertas de terremotos aos usuários. Com o potencial de ser a maior rede de detecção e alerta de terremotos do mundo, a tecnologia estará disponível para qualquer pessoa com um smartphone Android 5.0 ou mais avançado. Os primeiros testes serão feitos na Califórnia, nos Estados Unidos. Você pode entender um pouco melhor como esse sistema funcionará neste texto da Techtudo ou no vídeo abaixo, que infelizmente ainda não está disponível em português.

2) Novidades do Whatsapp no combate a fake news

As notícias falsas tem sido um dos principais desafios do nosso tempo. Caso você ainda não entenda tão bem sobre esse tema, pode conferir nosso texto sobre Notícias Falsas e Pós-Verdade.

Pois bem, nas últimas retrospectivas nós te mostramos como o Facebook e o Twitter têm debatido essa questão. Hoje, falamos um pouquinho do Whatsapp. A rede começou a testar, em agosto, um botão de pesquisa, para facilitar com que os usuários chequem diretamente no Google as mensagens encaminhadas com frequência dentro da plataforma. A ideia é que, ao pesquisar por um conteúdo que seja falso no Google, o usuário se dê conta de que ele é falso.

Outra novidade de agosto foi que a Aliança Internacional de Checagem de Fatos (IFCN) lançou em agosto um chatbot (robô) para que usuários consigam checar no Whatsapp, em português, se uma notícia sobre COVID é ou não verdadeira. Para isso, basta o usuário mandar uma mensagem para o número (727) 291-2606 com um “oi” ou entrar direto por esse link e mandar o “oi”. São mais de 2.000 checagens feitas referentes à COVID-19.

Print do chatbot de COVID-19 do IFCN

Print do chatbot de COVID-19 do IFCN

3) O adeus de Chadwick Boseman

Aos 43 anos, o protagonista do filme do super herói Pantera Negra, um dos filmes mais simbólicos em termos de representatividade (entenda o que é representatividade) negra nos cinemas, faleceu vítima de um câncer de cólon. Ao longo da carreira no Cinema, Chadwick participou de 15 filmes, sendo o mais recente deles “Destacamento Blood”. O ator recebeu homenagens por todo o mundo, no esporte, entre celebridades e entre fãs. No Twitter, a mensagem que anunciou sua morte, em forma de homenagem, foi a mais curtida da história da plataforma, recebendo mais de 7 milhões de likes.  Em homenagem a ele, deixamos aqui  abaixo um de seus discursos mais famosos:

O que achou da retrospectiva? Lembra de algum acontecimento importante que não comentamos? Traga nos comentários!

Referências:

G1 (Justiça autoriza Temer a ir ao Líbano)  – G1 (Sobre os processos no qual Temer é réu) – Agência Brasil (Sobre a Operação Descontaminação) – Agência Senado (Sobre a manutenção do veto ao aumento de servidores) – G1 (Sobre as trocas na equipe econômica desde o início do governo) – Gov (Nomeação de Diogo Mac) – Gov (Nomeação de Caio Andrade) – Nexo (Quem é o novo líder do governo na Câmara) – Agência Brasil (Sobre o afastamento de Witzel) – G1 (Declaração de Witzel após afastamento) – UNESCO (Sobre incêndios no Pantanal) – G1 (Sobre incêndios no Pantanal) – G1 (Medidas de suporte a povos indígenas determinadas em julho) – G1 (Supremo mantém medidas de apoio a povos indígenas) – CNN (Sobre a vacina russa) – Painel de vacinas do NYTimes – Youtube (Anúncio da saída de Abe) – G1 (Sobre o novo primeiro-ministro do Japão) – BBC (Explosão no Líbano) – ElPaís (Sobre o golpe no Mali) – DW ( Repercussão internacional do golpe no Mali) – DW (Sobre o golpe no Mali)Financial Times (Sobre Lukashenko) – Euronews (Sobre prisão de opositor em Belarus) – Estado de Minas (Oposição não reconhece resultado de eleição no Belarus) – Podcast do Nexo sobre BelarusDW (Sobre os mercenários em Belarus) – Nexo (Acordo entre Israel e Emirados Árabes) – BBC (Sobre o acordo) – Gazeta do povo (Sobre o acordo Israel – EAU) – BBC (Sobre a usina nuclear nos Emirados Árabes) – TechTudo (Sobre sistema de detecção de terremotos do Google) – CanalTech (Sobre botão de pesquisa do Facebook) – BlogdaFolha (Sobre chatbot da Agência Internacional de Checagem de Fatos) – Espn (Homenagens a Chadwick no esporte)ClaudiaAbril (Homenagens de celebridades a Chadwick)Cinepop (Homenagens de Fãs)Olhar Digital (Postagem mais curtida da história do Twitter)

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