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Comissões parlamentares: o que são e como funcionam?

Na imagem, pessoas sentadas durante reunião de comissão parlamentar. Conteúdo 'comissões parlamentares'

29/10/2019 – Brasília – DF, Brasil – Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Fake News (CPMI), com oitivas decorrentes dos requerimentos 161, 169 e 171/2019. Foto: Alessandro Dantas/Fotos Públicas.

Para que um projeto de lei possa tramitar pelo Congresso Nacional, é fundamental que ele seja analisado pelas comissões parlamentares após sua apresentação à Câmara ou ao Senado (instituições que compõem o Congresso). De forma semelhante, embora possam seguir regras distintas, as Assembleias legislativas estaduais e as Câmaras de Vereadores municipais também possuem comissões parlamentares.

As comissões possuem uma série de atribuições relacionadas ao estudo dos projetos de lei e podem ser de dois tipos de acordo com suas vigência de trabalho. Nesse post, o Politize! te explica o que exatamente são as comissões, quais suas atribuições e importância.

O que são as comissões parlamentares?

Em geral, as comissões parlamentares podem ser definidas como órgãos técnicos que prestam auxílio ao funcionamento do Poder Legislativo por meio da realização de debates mais detalhados e especializados sobre as propostas de lei. As atividades das comissões são reguladas pela Constituição Federal e pelos Regimentos Internos das mesmas.

E quais são os objetivos e as funções das comissões?

Na imagem, ministros conversando durante reunião da comissão parlamentar. Conteúdo sobre comissões parlamentares

22/06/2017- Brasília- DF, Brasil- Audiência pública na Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a Previdência. Foto: Marcelo Camargo/EBC/Fotos Públicas.

As comissões foram criadas a partir da necessidade de agilização e especialização dos Parlamentos. Diante disso, seu objetivo central é o de otimizar e garantir tecnicidade ao processo legislativo (ou seja, ao conjunto de atos conduzidos pelos órgãos legislativos com o objetivo de criação das leis constitucionais, complementares e ordinárias, resoluções e decretos legislativos). Isto significa que as comissões aceleram a tramitação dos projetos de lei e asseguram que eles sejam compatíveis com a Constituição Federal e com as legislações locais.

As comissões possuem funções legislativas e fiscalizadoras, isto é, elas atuam sobre a elaboração de leis e o acompanhamento das ações administrativas. Para isto, seu trabalho consiste, fundamentalmente, em emitir relatórios sobre os projetos de lei em tramitação e apreciá-los ou rejeitá-los a critério das disposições da Constituição Federal.

Além disso, as comissões, sobretudo as do âmbito municipal, também promovem audiências públicas e visitas técnicas, solicitam pedidos de informações e consultas ao Poder Executivo, recebem representações ou reclamações contra atos e omissões do Poder Público e acompanham programas e planos de desenvolvimento.

Como são compostas?

As comissões parlamentares são compostas por membros do Poder Legislativo indicados pelos líderes dos partidos políticos que possuem representação nas Casas Legislativas. É fundamental que a indicação de parlamentares para compor as comissões seja feita com base no princípio da proporcionalidade. O princípio da proporcionalidade busca impedir excessos e abusos de autoridade no Poder Público. Assim, na prática, as vagas das comissões são distribuídas entre partidos e blocos parlamentares de forma proporcional ao número de membros de cada legenda na respectiva Casa Legislativa.

O número de parlamentares que fazem parte de cada comissão reflete as atribuições e o escopo de trabalho de cada uma. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, por exemplo, o número de membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), um dos tipos de comissão mais conhecidos pelo público, fica definido no requerimento que os parlamentares criam alertando a necessidade de abertura da comissão.

Em relação à presidência das comissões, no caso do Congresso Nacional,  entre os membros escolhidos, 4 fazem parte da Presidência (um deles como presidente, e os outros três, como vice-presidentes). O comando dessas comissões também é definido a partir do princípio da proporcionalidade. Na prática, a seleção ocorre por rodadas de escolhas, cuja ordem é estabelecida de acordo com o tamanho das bancadas de partidos ou blocos.

Por exemplo, na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEIS), o presidente é o deputado Bosco Saraiva (SOLIDARIEDADE/AM) e os 4 vice-presidentes são os deputados federais Ottaci Nascimento (SOLIDARIEDADE/RR), Tiago Dimas (SOLIDARIEDADE/TO) e Emanuel Pinheiro Neto (PTB/MT). A CDEIS ainda é composta por 18 parlamentares titulares e 18 suplentes indicados pelos líderes de seus partidos.

Para as Assembleias Legislativas Estaduais e Câmaras Municipais, as regras relacionadas  à definição sobre presidência são estabelecidas conforme a disposição das cadeiras legislativas locais e o tipo de comissão.

A CPI – Gestão das Universidades Públicas, da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, por exemplo, conta com 1 presidente, o deputado estadual Wellington Moura (REPUBLICANOS) e 1 vice-presidente, a deputada estadual Carla Morando (PSDB). Além disso, esta CPI conta com mais outros 9 membros titulares e 9 suplentes.

Como funcionam as comissões parlamentares?

Quando uma comissão recebe um projeto de lei para avaliação, seus membros escolhem um relator do projeto na determinada Casa Legislativa da comissão. O relator tem por responsabilidade redigir um relatório que explicite e justifique sua posição em relação ao projeto e indique suas considerações sobre a aprovação, rejeição ou alteração das proposições em análise.

Posteriormente, após intensa discussão, os outros membros da comissão são encarregados de aceitar ou rejeitar a indicação do relator. Em caso de rejeição, um novo relator é escolhido. Mas, se for aprovado, o parecer do relator inicial pode resultar em aprovação direta do projeto de lei ou orientação ao Plenário para apreciação do mesmo.

No caso do Congresso Nacional, especificamente, é possível que um projeto de lei seja analisado pelas comissões em até 40 sessões (é o caso do regime ordinário). Contudo, é possível que análise ocorra somente em 10 sessões (projetos que devem tramitar em regime prioritário como os de lei ordinária) e em 5 sessões (projetos mais urgentes).

Apreciação dos projetos de lei analisados pelas comissões

A apreciação (a aprovação, rejeição ou alteração) pode ser realizada pelo Plenário, que rejeita ou aprova o projeto depois que as comissões o analisaram. Contudo, a apreciação também pode se dar de maneira conclusiva, ou seja, quando os projetos são apreciados somente pelas Comissões, sem consulta ao Plenário.

Isso porque a Constituição Federal delega às comissões o poder de apreciação conclusiva (artigo 58), que determina que estes órgãos terão autoridade para aprovar integralmente, aprovar parcialmente, rejeitar ou emendar determinado projeto de lei caso haja consenso de seus membros sobre o parecer. Porém, vale destacar que, se 10% dos membros da casa legislativa solicitarem a atuação do Plenário via recurso, o consenso não será suficiente para garantir a apreciação conclusiva.

A Constituição Federal (art. 24) também especifica os casos em que as comissões poderão utilizar de seu poder de apreciação conclusiva. Geralmente, a deliberação do Plenário ocorre ao se tratar de projetos diretamente ligados a direitos constitucionais mais delicados, como, por exemplo, direito à vida e à liberdade. Além disso, projetos que tramitam em regime de urgência, provenientes do Senado, criados por uma comissão ou de iniciativa popular, obrigatoriamente serão levados ao Plenário.

Classificação das comissões

Considerando a vigência de trabalho, as comissões parlamentares podem ser permanentes ou temporárias.

Comissões parlamentares permanentes

As comissões permanentes têm como atribuições a fiscalização do Poder Público e a análise de projetos de lei, e outras proposições e assuntos de interesse público, de acordo com os campos temáticos reservados a cada uma delas. A definição da competência temática de cada uma consta em documento técnico aprovado em uma conferência que reúne Presidentes das comissões.

Existem comissões permanentes específicas destinadas ao tratamento de questões relacionadas à cultura, à agricultura, à saúde e a outros temas. Para isto, realizam atividades como: discutir e votar projetos de lei; realizar audiências públicas; convocar ministros de Estado para prestar informações sobre suas atribuições; receber representação de qualquer pessoa contra atos ou omissões das autoridades ou entidades públicas; e determinar a realização de diligências e auditorias de naturezas contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial na administração dos Três Poderes e na administração indireta, com auxílio do Tribunal de Contas da União (Fonte: Portal Câmara dos Deputados).

Elas são parte da estrutura institucional da Casa Legislativa, funcionando, portanto, durante toda a legislatura, isto é, durante todo o período de tempo em que um mesmo grupo de legisladores cumpre o seu mandato (que corresponde ao intervalo entre as eleições legislativas, ou seja, 4 anos). Desse modo, no caso do Congresso Nacional, por exemplo, elas são constituídas ao início de cada legislatura por deliberação do Plenário, sob proposta do Presidente da Assembleia Legislativa da República.

Comissões parlamentares temporárias

As comissões parlamentares temporárias são aquelas que são organizadas com o intuito exclusivo de apreciar determinado projeto ou realizar investigações e missões oficiais. Assim, o prazo de funcionamento delas é determinado, de modo que, ao final de cada legislatura ou após o cumprimento de seu objetivo, ou depois do cumprimento de um prazo pré-determinado, ela é encerrada.

A depender do propósito da comissão temporária, ela pode ser de tipos diversos, são eles:

  • Comissão especial: criada para analisar propostas de emenda à Lei Orgânica do Município, à Constituição Estadual ou à Constituição Federal. Ainda, a depender da legislação municipal, as comissões especiais podem apreciar um veto do prefeito a determinado projeto de lei ou examinar matérias que não estejam ligadas aos temas das comissões permanentes. Já no âmbito nacional, as comissões especiais também estão autorizadas a propor reforma do Regimento Interno; apreciar denúncias por crime de responsabilidade contra presidente da República, vice-presidente da República e ministro de Estado; e analisar temas definidos pelo presidente da Casa Legislativa;
  • Comissão parlamentar de inquérito (CPI): criada para apurar denúncias e irregularidades relacionadas às atividades do poder público ou fatos que perturbem a ordem constitucional, legal, econômica ou social do país, dos estados e dos municípios. Tais comissões tem competência de investigação que se equipara à das autoridades judiciais. Além disso, as atividades das CPIs não devem necessariamente parar durante o recesso parlamentar;
  • Comissão externa: são instituídas pelo presidente da Casa Legislativa, de ofício ou a requerimento de qualquer parlamentar com o intuito de acompanhar projetos externos ao Congresso Nacional em âmbito federal, às Assembleias Legislativas, em âmbito estadual e às Câmaras Municipais, em âmbito municipal. Isso ocorre quando membros do Poder Legislativo são convidados ou encarregados de assistir atos dentro ou fora do Brasil;
  • Comissão representativa: são criadas para atuar em períodos de recesso parlamentar. Entre suas competências se destacam: zelar pelas prerrogativas e exercer a competência administrativa do Poder Legislativo, além de representá-lo em eventos de interesse nacional e internacional durante o período de recesso.

Finalmente, é importante destacar que, além das comissões já apresentadas, existe um tipo de comissão que pode ser permanente ou temporária. Trata-se da comissão mista, que, em âmbito federal, é criada para analisar um tema associado à competência do Congresso e é composta por deputados e senadores. A Comissão de Orçamento do Congresso Nacional, por exemplo, é uma comissão mista permanente. Já as comissões que incidem sobre Medidas Provisórias são comissões mistas temporárias.

E aí, entendeu como as comissões parlamentares são importantes na construção das leis que regulam nossa sociedade?

Publicado em 14 de maio de 2020.

redatora voluntária

Gabriella Lenza Crema

Graduada em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e mestre em Política Internacional pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Acredita no potencial da política em transformar realidades e sonha com uma sociedade em que os recursos disponíveis sejam distribuídos de maneira mais igualitária.

 

REFERÊNCIAS

As Comissões Parlamentares de Inquérito

Câmara dos Deputados: Comissões

Câmara Legislativa de Belo Horizonte: Comissões Permanentes

Comissões Parlamentares e a Função Deliberativa

Entenda de vez o que são as comissões parlamentares

O que são as comissões parlamentares do Senado Federal?

Destaque texto tribunal de contas da união

TCU: entenda o Tribunal de Contas da União?

Fachada do prédio do Tribunal de Contas da União.

Fachada do Tribunal de Contas da União. Foto: Senado Federal.

No Brasil, assim como em outros países, os governo lidam com orçamentos bilionários e, na hora de fazer investimentos e aplicar recursos, devem seguir diversas regras. Por aqui, por exemplo, ele é obrigado a gastar uma determinada porcentagem da arrecadação em saúde e educação.

Porém, quem avalia se essas e outras regras estão sendo seguidas? E quem garante que não há desvios ou desperdícios nesse complexo processo? Esse é o papel do Tribunal de Contas da União, que vamos conhecer mais a fundo agora.

Afinal, quais são as funções do TCU?

O TCU é quase tão antigo quanto a própria República brasileira. Ele foi criado em 1891, dois anos após a proclamação. A intenção, à época, era ter um órgão para controlar a execução do orçamento público.

E essa é a principal função que o Tribunal mantém até hoje: “acompanhar a execução orçamentária e financeira do país”, como está definido em seu site oficial. Essa atuação se dá em nível federal, enquanto os Tribunais de Contas dos Estados e, em alguns casos, de Municípios o fazem em estados e municípios.

Uma característica importante do TCU é que, assim como o Ministério Público, ele é um órgão externo e não é subordinado a nenhum dos três poderes, apesar de estar ligado ao Legislativo. Essa opção se justifica pela necessidade de autonomia para analisar e julgar a atuação de agentes públicos.

Vamos conhecer com mais detalhes algumas das funções dessa instituição e como ela as desempenha.

Analisar a execução do orçamento público

Após receber do governo federal os balanços dos gastos do orçamento, o TCU faz uma análise para checar se tudo foi feito de acordo com a Constituição.

Pode ser o caso da regra dos investimentos obrigatórios em determinadas áreas, que citamos acima, ou a proibição de tomada de empréstimos para despesas correntes, isto é, pagamento de funcionários e manutenção de serviços públicos.

Após a análise, o órgão emite um parecer com a aprovação ou reprovação das contas, que é enviado ao Congresso.

Responsabilização de servidores

Uma vez feitas as análises das contas, o Tribunal pode impor penas a funcionários que forem julgados culpados por mau uso do dinheiro público. No caso de chefes do Executivo, ou seja, presidente, governadores e prefeitos, o TCU pode apenas enviar seu parecer para os órgãos equivalentes do Legislativo, que tomarão a decisão final – como o impeachment, por exemplo, que veremos adiante.

Acompanhar licitações e privatizações

O Tribunal é responsável por analisar e fiscalizar licitações e privatizações feitos pela União, a fim de descobrir possíveis irregularidades e garantir o seguimento de todas as regras.

Fiscalizar os repasses da União a estados e municípios

É o TCU quem analisa as transferências de recursos do governo federal para os estados, municípios e ao Distrito Federal.

Atender a pedidos do Congresso sobre fiscalizações feitas

Tanto o Senado quanto a Câmara dos Deputados, ou qualquer uma de suas comissões, podem pedir informações a respeito de fiscalizações realizadas pelo Tribunal.

Averiguar denúncias sobre irregularidades

Qualquer cidadão, partido político, associação ou sindicato pode apresentar ao TCU denúncias de irregularidades e ilegalidades no uso de recursos públicos. Essas denúncias precisam seguir algumas regras e formalidades para serem analisadas em sigilo e, caso acolhidas, apuradas pelo órgão.

Como é a organização do Tribunal de Contas da União?

O Tribunal é composto por nove ministros. O Congresso Nacional é responsável pela escolha de seis deles, o presidente da República indica um e os outros dois são escolhidos por membros do Ministério Público.

As decisões são tomadas de forma colegiada, ou seja, coletiva, em reuniões dos ministros. Eles fazem isso em reuniões no Plenário ou em uma das duas Câmaras nas quais eles se dividem.

Os outros integrantes do órgão se dividem em cargos como auditores e técnicos federais, que são escolhidos por meio de concurso público.

A atuação do TCU na prática

Ministro da Economia, Paulo Guedes, de pé em discurso no Tribunal de Contas da União.

Ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento no TCU sobre Administração Pública.

O trabalho do Tribunal de Contas da União é essencialmente burocrático e complexo. Por isso, para compreender melhor sua atuação, vamos lembrar dois casos que influenciaram a política brasileira.

Vamos começar pelo mais recente. Em outubro de 2018, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, por meio de post em seu perfil no Facebook, que excluiria a Folha de S. Paulo da licitação que escolheria os veículos de imprensa a serem assinados por órgãos do governo.

“Para a Folha de S.Paulo, a eleição [presidencial, de 2018] não acabou. Agora, se a gente ferir qualquer norma ética ou legal, a gente volta atrás. Sem problema”, afirmou o presidente na ocasião.

E foi isso mesmo que aconteceu. O subprocurador-geral do Ministério Público Lucas Furtado solicitou ao TCU que fosse adotada uma medida cautelar para impedir a exclusão do periódico paulista. Segundo Furtado, a decisão do chefe do Executivo ofenderia “princípios constitucionais da impessoalidade, isonomia, motivação e moralidade”.

Uma semana depois, Bolsonaro anunciou que voltaria atrás e permitiria à Folha participar da licitação.

O segundo caso remonta a outubro de 2015, quando o Tribunal de Contas da União reprovou, de forma unânime, as contas de 2014 da gestão de Dilma Rousseff. Segundo o parecer da decisão, o governo teria usado manobras contábeis para esconder um rombo de 106 bilhões de reais nas contas públicas.

A votação foi acompanhada por líderes de partidos da oposição e seu resultado foi usado como justificativa para o impeachment da presidente, acusada justamente de ferir regras orçamentárias classificadas como “crime de responsabilidade”.

Dois meses depois da decisão do TCU, Eduardo Cunha, então presidente da Câmara, aceitou o pedido de destituição que seria aprovado pelo Senado no ano seguinte, tirando a petista do cargo.

Ficou com alguma dúvida sobre o que faz o TCU? Compartilha com a gente nos comentários!

Publicado em 03 de fevereiro de 2020.

Redator voluntário

Luiz Vendramin Andreassa 

Formado em jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduado em Ciência Política pela FESP-SP. Sonha com um mundo em que o acesso ao conhecimento e ao conforto material deixem de ser privilégios para se tornarem algo acessível a todos.

 

 

REFERÊNCIAS

Exame: Bolsonaro revoga edital que excluiu Folha de licitação da Presidência

G1: TCU rejeita por unanimidade as contas de Dilma Rousseff de 2014

Jurisway: para que serve o Tribunal de Contas da União?

Política no Papel (YouTube): TCU, TCE,TCM -O que fazem os Tribunais de Contas e qual o papel deles no combate a corrupção?

Site oficial do TCU

Tribunal de Contas da União (YouTube): o TCU

 

 

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Você sabia que qualquer cidadão pode propor um projeto de lei aos senadores? Para fazer isso basta acessar o Portal e-Cidadania do Senado. Nesse conteúdo vamos explicar como enviar uma sugestão de lei e também as outras opções de participação popular no Senado!

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