[av_heading heading=’PRIVATIZAÇÃO DE ESTATAL: COMO ACONTECE ESSE PROCESSO?’ tag=’h1′ link_apply=” link=” link_target=” style=’blockquote modern-quote modern-centered’ size=” subheading_active=” subheading_size=’15’ margin=” padding=’10’ color=” custom_font=” custom_class=” admin_preview_bg=” av-desktop-hide=” av-medium-hide=” av-small-hide=” av-mini-hide=” av-medium-font-size-title=” av-small-font-size-title=” av-mini-font-size-title=” av-medium-font-size=” av-small-font-size=” av-mini-font-size=”][/av_heading]

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Plataforma da Petrobras, estatal brasileira, no Rio de Janeiro (Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil)
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Desde que assumiu a presidência, Michel Temer demonstrou sua intenção de privatizar empresas e projetos que antes eram comandados pelo governo. Agora o país possui um novo presidente, mas os planos de Bolsonaro também não são tão diferentes de Temer.

Afinal, o que é uma estatal? Se ela pertence ao país, ela pode ser vendida? E como funciona o processo para a privatização de estatal? O Politize! vai te explicar tudo neste texto.
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[av_heading heading=’MAS AFINAL, O QUE É UMA EMPRESA ESTATAL?’ tag=’h2′ link_apply=” link=” link_target=” style=’blockquote modern-quote’ size=” subheading_active=” subheading_size=’15’ margin=” padding=’10’ color=” custom_font=” custom_class=” admin_preview_bg=” av-desktop-hide=” av-medium-hide=” av-small-hide=” av-mini-hide=” av-medium-font-size-title=” av-small-font-size-title=” av-mini-font-size-title=” av-medium-font-size=” av-small-font-size=” av-mini-font-size=”][/av_heading]

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De forma simplificada, estatais são empresas controladas parcial ou totalmente pelo Estado. Tais companhias pertencem ao país – e, portanto, ao povo –, podendo ser controladas por qualquer um dos três níveis de governo e qualquer formato de parceria entre eles.

Uma estatal pode ser classificada de duas maneiras: sociedade de economia mista ou empresa pública. No caso das estatais de economia mista, o governo é dono da maior parte do capital da empresa. Ou seja, o Estado tem a maior parte das ações dessa empresa. Já o restante do capital é vendido a pessoas físicas ou a outras iniciativas privadas por meio de ações na bolsa de valores. Dessa forma, o Estado garante certo poder sobre as decisões da empresa em questão. Um exemplo de sociedade de economia mista é a Petrobras.

Já as empresas públicas são aquelas exclusivamente administradas pelo governo. Ou seja, todo o dinheiro investido nessas companhias vêm da arrecadação de impostos e dos valores conseguidos pela prestação de serviços que tais instituições realizam. Um exemplo de empresa pública é os Correios.
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Líderes de partidos da base governista se reúnem com Michel Temer em almoço. Foto: Beto Barata/ PR
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[av_heading heading=’E O QUE SIGNIFICA PRIVATIZAÇÃO?’ tag=’h2′ link_apply=” link=” link_target=” style=’blockquote modern-quote’ size=” subheading_active=” subheading_size=’15’ margin=” padding=’10’ color=” custom_font=” custom_class=” admin_preview_bg=” av-desktop-hide=” av-medium-hide=” av-small-hide=” av-mini-hide=” av-medium-font-size-title=” av-small-font-size-title=” av-mini-font-size-title=” av-medium-font-size=” av-small-font-size=” av-mini-font-size=”][/av_heading]

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A privatização de estatal acontece quando ela é vendida para a iniciativa privada. Isso ocorre muitas vezes porque a empresa não está mais gerando lucro ou por estar enfrentando crises financeiras. Tal venda geralmente é realizada por meio de leilões públicos.

Além de “privatização de estatal”, outro termo com o qual você pode encontrar é “desestatização”. Essas duas palavras têm basicamente o mesmo significado, sendo “desestatização” utilizada nas leis que determinam as regras para a privatização de estatal. A Lei 9.491 de 1997, por exemplo, define desestatização como:

§ 1º Considera-se desestatização:

a) a alienação, pela União, de direitos que lhe assegurem, diretamente ou através de outras controladas, preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores da sociedade;

Ou seja, quando o Estado abre mão dos seus poderes decisórios em relação aos cargos de administradores das estatais e também sobre projetos que a empresa realiza.

b) a transferência, para a iniciativa privada, da execução de serviços públicos explorados pela União, diretamente ou através de entidades controladas, bem como daqueles de sua responsabilidade.

Quando o setor privado passa a realizar serviços “pela União”. Como se o Estado contratasse empresas para executarem algumas funções.

c) a transferência ou outorga de direitos sobre bens móveis e imóveis da União, nos termos desta Lei.

Seria a venda, ou até mesmo doação, de móveis e imóveis pertencentes ao Estado, desde que sejam respeitados os princípios da mencionada lei.

Essa mesma lei ainda estipula que podem ser objetos de estatização tanto empresas, instituições financeiras e serviços públicos controlados pelo Estado, quanto bens e imóveis de propriedade da União.

Falando nisso, será que a privatização dos presídios é a melhor solução para o caso brasileiro? Vem descobrir com a gente!
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[av_heading heading=’GOVERNO TEMER E A POLÍTICA DE PRIVATIZAÇÃO DE ESTATAL’ tag=’h2′ link_apply=” link=’manually,http://’ link_target=” style=’blockquote modern-quote’ size=” subheading_active=” subheading_size=’15’ margin=” padding=’10’ color=” custom_font=” custom_class=” admin_preview_bg=” av-desktop-hide=” av-medium-hide=” av-small-hide=” av-mini-hide=” av-medium-font-size-title=” av-small-font-size-title=” av-mini-font-size-title=” av-medium-font-size=” av-small-font-size=” av-mini-font-size=”][/av_heading]

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Logo que assumiu o posto de presidente, Temer declarou ter a intenção de privatizar empresas e projetos estatais, como aeroportos, rodovias e portos. A Casa da Moeda e a Eletrobras foram outras instituições que entraram na mira.

O Politize! já te mostrou argumentos contra e a favor das privatizações, mas agora é hora de entender melhor como esse processo acontece.
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O presidente Michel Temer confirma o nome de Ivan Monteiro para ser recomendado como presidente efetivo da Petrobras (Foto: Wilson Dias | Agência Brasil )
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[av_heading heading=’O processo de privatização de estatal’ tag=’h3′ link_apply=” link=’manually,http://’ link_target=” style=’blockquote modern-quote’ size=” subheading_active=” subheading_size=’15’ margin=” padding=’10’ color=” custom_font=” custom_class=” admin_preview_bg=” av-desktop-hide=” av-medium-hide=” av-small-hide=” av-mini-hide=” av-medium-font-size-title=” av-small-font-size-title=” av-mini-font-size-title=” av-medium-font-size=” av-small-font-size=” av-mini-font-size=”][/av_heading]

[av_textblock size=’16’ font_color=” color=” av-medium-font-size=” av-small-font-size=” av-mini-font-size=” av_uid=’av-b7tv35o’ admin_preview_bg=”]
A Lei nº 9.491 de 1997 define o processo que leva à privatização de estatal. Essa lei alterou procedimentos estabelecidos pelo Programa Nacional de Desestatização (PND), fundado no governo Collor por meio da Lei nº 8.031 de 1990. Adiante, explicaremos o que significa cada um dos sete itens do artigo 4º da lei, que dispõe sobre como são executadas as desestatizações.

I – alienação de participação societária, inclusive de controle acionário, preferencialmente mediante a pulverização de ações;

A “alienação” nada mais é que a venda das ações da estatal para a iniciativa privada. Essa alienação pode ser total, majoritária ou minoritária. As duas primeiras constituem casos efetivos de privatização de estatal, pois o controle da empresa passa para a iniciativa privada. Quando a alienação é minoritária, a administração da empresa é mantida sob o controle do Estado – que permanece dono da maior parte (mais de 50%) das ações.

II – abertura de capital;

Significa que a empresa vende parte de suas ações para o público. A abertura de capital é o primeiro passo para que as ações da estatal deixem de ser controladas apenas pelo governo. Assim, as ações da empresa passam a ser negociadas na bolsa de valores, onde qualquer pessoa ou empresa pode comprar ou vender essas ações. O Estado pode abrir o capital de forma a vender a maior ou a menor parte das suas ações. Também é possível a venda de 100% dessas ações, conforme citado no item anterior.

São várias as estatais que têm capital aberto – como o Banco do Brasil, a Petrobras, a Caixa Econômica Federal, todas com sua ações em negociação na B³ (bolsa de valores brasileira).

III – aumento de capital, com renúncia ou cessão, total ou parcial, de direitos de subscrição;

O aumento de capital é feito por meio da venda de novos pacotes de ações da empresa. Aqui, o Estado deve renunciar ao direito de preferência para comprar tais ações, o que colocaria o governo como “primeiro na fila” de interessados na compra dos mencionados pacotes. Isso ocorre justamente para que entidades privadas possam injetar dinheiro e assim aumentar o capital social da empresa. Trata-se de uma técnica que foi utilizada pela COPEL, estatal do Paraná de energia elétrica.
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IV – alienação, arrendamento, locação, comodato ou cessão de bens e instalações;

É uma modalidade de venda e aluguel das propriedades das empresas para recolher mais recursos. Um exemplo seria a Petrobras vender uma plataforma de petróleo ou alugar um de seus prédios para uma instituição privada.

V – dissolução de sociedades ou desativação parcial de seus empreendimentos, com a conseqüente alienação de seus ativos;

É o ato de desfazer empresas de capital misto – aquelas parcialmente públicas e parcialmente privadas. Isso ocorre por meio da venda das ações que pertencem ao Estado. É como se a “parte estatal” da empresa virasse privada.

VI – concessão, permissão ou autorização de serviços públicos.

A concessão e a permissão são a simples transferência – temporária – do direito de exploração de algum serviço ou obra pública. Essa transferência é dada por meio de licitação e contrato de adesão feita por uma entidade privada.

A diferença entre uma e outra é muito pequena e o próprio mundo jurídico encontra dificuldades para distinguí-las. Porém, considera-se que a concessão gera um nível de vinculação mais profundo entre o Estado e a empresa privada do que a permissão.

VII – aforamento, remição de foro, permuta, cessão, concessão de direito real de uso resolúvel e alienação mediante venda de bens imóveis de domínio da União.

Aforamento é a aquisição permanente dos direitos de posse e uso de terras de propriedade pública. Ocorre quando não há interesse público, econômico ou social em manter o imóvel sob domínio total do Estado. O chamado “aforamento” só é possível quando as terras não são essenciais para preservação ambiental.

A entidade pública também tem o direito de cobrar o foro, que é um valor que qualquer foreiro aquele que adquiriu as terras deve à entidade pública. Seria como um “aluguel” da propriedade. A remição de foro acontece quando a entidade pública abre mão de cobrar tal valor do foreiro.

A cessão e concessão dos direitos de uso seguem um caminho semelhante, mas podem ser feitas a título gratuito ou oneroso (doação ou venda). A alienação mediante venda de bens imóveis é a simples venda de imóveis da união.

Você sabe o que são concessões? Cuidado para não confundir com privatização! Vem entender a diferença entre as duas com a gente.
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O ex-presidente e atual senador Fernando Collor participa de conferência sobre o Processo Político no 8º Fórum Mundial da Água, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Foto: José Cruz | Agência Brasil)
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[av_heading heading=’OBSTÁCULOS NO CAMINHO DA PRIVATIZAÇÃO’ tag=’h2′ link_apply=” link=” link_target=” style=’blockquote modern-quote’ size=” subheading_active=” subheading_size=’15’ margin=” padding=’10’ color=” custom_font=” custom_class=” admin_preview_bg=” av-desktop-hide=” av-medium-hide=” av-small-hide=” av-mini-hide=” av-medium-font-size-title=” av-small-font-size-title=” av-mini-font-size-title=” av-medium-font-size=” av-small-font-size=” av-mini-font-size=”][/av_heading]

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Apesar de falar amplamente do seu projeto de desestatização, o governo Temer enfrenta algumas dificuldades para concretizar seus planos. Entre os motivos que tornam a privatização de estatal um processo complicado estão a grande burocracia brasileira e as pressões exercidas por alguns grupos políticos. Esses grupos têm interesse em manter cargos nas estatais e assim continuar exercendo influência nas decisões de tais empresas. A questão da instabilidade política no Brasil e a perda de credibilidade internacional também não ajudam a atrair capital privado. A própria Operação Lava Jato atua, de certa forma, como um “repelente” para investimentos, já que acentua a instabilidade política do país.

Outro fator que atrapalha os objetivos de privatização de estatal de Temer é chamado o risco de questionamento jurídico. Esse questionamento pode surgir por uma incompatibilidade da iniciativa de privatização com a Constituição, que prevê como dever da União fornecer determinados serviços. Dessa forma, a tentativa de vender parte de uma estatal, ou até mesmo ela por completo, pode ser interpretada como inconstitucional, o que complica o já longo processo de desestatização. Assim, grupos privados não se mostram altamente interessados em iniciar um processo de negociação que pode demorar muitos anos para ser concluído.
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[av_heading heading=’LEI DAS ESTATAIS’ tag=’h2′ link_apply=” link=” link_target=” style=’blockquote modern-quote’ size=” subheading_active=” subheading_size=’15’ margin=” padding=’10’ color=” custom_font=” custom_class=” admin_preview_bg=” av-desktop-hide=” av-medium-hide=” av-small-hide=” av-mini-hide=” av-medium-font-size-title=” av-small-font-size-title=” av-mini-font-size-title=” av-medium-font-size=” av-small-font-size=” av-mini-font-size=”][/av_heading]

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Além da política de privatizações, o governo Temer criou a Lei nº 13.303 de 2016. Conhecida como Lei das Estatais, essa norma estipula que até 2026 as empresas estatais terão que ter 25% das suas ações em circulação no mercado. Tanto empresas públicas quanto sociedades mistas estão sujeitas a essas regras. Algumas estatais bem conhecidas pela população brasileira se destacam no debate sobre a lei, como o Banco do Brasil, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a Casa da Moeda. A normativa ainda impõe regras mais rígidas para a realização de licitações e compras, assim como para a nomeação de membros do conselho administrativo, diretores e presidentes das estatais.

Como mencionado no início deste texto, as estatais pertencem ao país e, consequentemente, ao povo. Por isso a discussão sobre privatizar ou não é tão importante. Afinal, os políticos estão negociando bens públicos e os cidadãos têm de estar inseridos nesse debate. Portanto, busque se informar e tenha certeza que o Politize! te ajuda nessa missão.
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Conseguiu entender como acontece o processo de privatização de estatal? Deixe suas dúvidas e sugestões nos comentários!

Aviso: mande um e-mail para contato@politize.com.br se os anúncios do portal estão te atrapalhando na experiência de educação política. 🙂

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[av_toggle title=’Referências do texto: confira aqui onde encontramos dados e informações!’ tags=” av_uid=’av-5136od8′]
AVVAD, Pedro Elias. Direito Imobiliário: teoria geral e negócios imobiliários. Rio de Janeiro: Renovar. 2006.

e-Dou – Saiba o que são Empresas Estatais

Gazeta do Povo – Por que é tão difícil privatizar estatais no Brasil

Governo do Brasil – Entenda o que muda com a nova Lei das Estatais

InfoEscola – Privatizações

JusBrasil – O processo de privatização e desestatização do Estado brasileiro

MÂNICA, Fernando Borges; MENEGAT, Fernando. Teoria Jurídica da Privatização: fundamentos, limites e técnicas de interação público-privada no Direito brasileiro. Rio de Janeiro: Lumen Juris. 2017.
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Publicado em 05 de setembro de 2018. Última atualização em 08 de março de 2019.

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Pâmela Morais

Assessora de conteúdo no Politize! e graduanda de Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina. Quer ajudar a tornar um tema tido como polêmico e muito complicado em algo do dia a dia, como a política deve ser!
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3 comentários

  1. […] polêmicos sobre a gestão do Estado brasileiro: as privatizações de empresas e outros ativos estatais. Essa prática tem sido adotada sistematicamente há mais de duas décadas, desde […]

  2. […] de concorrência (oferta e preço) que possibilitam programar diretrizes governamentais. Tais empresas são caracterizadas como empresa pública, empresa pública de capital aberto, mista, estatal. […]

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