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Imagem ilustrativa: feminismo. Imagem: pexels.com
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Nesse texto, o Politize! te explica sobre o que é o feminismo e quais são as suas principais ondas e vertentes!

Ao decorrer dos anos, as mulheres passaram por várias lutas para conquistar direitos e igualdade de gênero. Lutaram pelos direitos trabalhistas, pelo direito ao voto e contra as opressões dentro do ambiente familiar. Combater o sistema estrutural no qual oprimia e dominava seus corpos com o intuito de manter como mulheres dentro de casa para cuidar dos filhos e dos afazeres domésticos, inviabilizando suas vidas políticas e o trabalho fora de casa.

Por meio das lutas feministas, vários outros movimentos ganharam visibilidade no combate como causas das mulheres. Com a evolução da sociedade e do modelo estrutural vigente, outras questões foram levantadas, surgindo novas vertentes do feminismo, que procuram corrigir as diferenças sociais e políticas de cada grupo.

Antes de explorar as vertentes do feminismo, vamos entender um pouco sobre o que é o conceito?

O que é o Feminismo?

O feminismo é um movimento que luta pela igualdade social e de direitos para as mulheres e busca combater o modelo social baseado no patriarcado e os abusos e a violência contra as mulheres.

A primeira onda do movimento feminista

A primeira onda feminista teve início no final do século XIX, conduzido por mulheres do Reino Unido e dos EUA, brancas e de classe média. Essas mulheres buscavam os princípios incorporados pela Revolução Francesa, de liberdade, igualdade e fraternidade, visto que eles eram apenas aos homens. Para além disso esse grupo de mulheres visavam a conquista de igualdade jurídica, como o direito ao voto e os critérios a casamentos arranjados. Elas queriam uma relação mais proporcional e equilibrada no casamento.

Leia também: A conquista do direito ao voto feminino

Na incessante luta pela igualdade, duas importantes pensadoras intelectuais colaboraram na realização de documentos pela busca de direitos:

  • A primeira delas é a francesa Olympe de Gouges, quem escreveu o panfleto “A declaração dos direitos da mulher cidadã“, em 1791, o qual estipulava direitos iguais como mulheres.
  • Além da francesa, Mary Wollstonecraft – feminista, nascida em Londres que publicou o texto “Reinvindicação dos direitos das mulheres” em 1792, onde contestava pensadores iluministas do século XVIII, que tinha como intenção a submissão das mulheres.

Gouges, Wollstonecraft e várias outras mulheres que lutavam na reinvindicação de seus direitos, não alcançaram os direitos por qual lutavam. Foi apenas no século seguinte, na Inglaterra, no ano de 1897, por meio do movimento sufragista – que buscava o direito ao sufrágio feminino (direito ao voto), que as mulheres conseguiram maior visibilidade.

A educadora Millicent Fawcett, em 1987, fundou a União Nacional pelo Sufrágio Feminino no qual formulava requerimentos formais para a Assembleia Legislativa. A luta pelo sufrágio no Reino Unido também se associou as mulheres trabalhadoras para combater a exploração da época.

Dentre as mulheres que participaram do movimento, Emily Davidson fez história. A feminista, em 1913, se jogou debaixo do cavalo do rei da Inglaterra, ocasionando na sua morte. Foi a partir desse acontecimento que o movimento ganhou força.

Contudo, o que realmente mudou a concepção dos políticos a favor do voto foi a Primeira Guerra Mundial. Com a mudança dos homens para o campo de batalha, houve uma grande diminuição da mão-de-obra masculina e como consequência como mulheres assumiram vários lugares exclusivos dos homens, como nas fábricas e nos escritórios. O papel que a mulher apresentava na sociedade mudou dos conflitos da guerra. O voto feminino só foi permitido em 1918, no Reino Unido e, em 1919 no Estados Unidos.

Leia também: Movimento Sufragista: o que foi e qual o impacto no Brasil?

A segunda onda do movimento feminista

Já a Segunda Onda do feminismo se inicia na década de 1960 e vai até a década de 1980. Naquele momento, mulheres já haviam adquirido direitos legais e políticos na maior parte dos países, mas na prática ainda não atingiu a igualdade pela qual elas lutavam. Desta maneira, nesse segundo momento do movimento feminista, as mulheres buscam trazer questionamentos sobre o objetivo de ser mulher e sobre a sua subordinação no cotidiano, buscando por uma nova forma de concepção sobre liberdade e igualdade.

O modelo patriarcal da época procurava manter as mulheres dentro de casa para cuidar dos filhos e dos afazeres domésticos, bem como não possibilitava a igualdade de acessos como ao trabalho remunerado e aos estudos em universidades. Como os homens detinham todo o controle político, social e das propriedades, as relações públicas eram de subordinação.

A partir dessa percepção de política e do modelo patriarcal e do questionamento sobre a vida no âmbito privado, sobre o trabalho doméstico e reprodutivo, as mulheres reivindicam mais oportunidades de trabalho para o âmbito familiar e menos submissão do homem, elas não queriam viver apenas para cuidar da casa e ter filhos.

Tal papel subserviente foi imposto pelo patriarcado, homens de posses e terras que queriam passar a possuir os corpos, o tempo e as atividades das mulheres. Assim, delegaram as funções domésticas à mulher, como cuidados com o lar e com os filhos, pois se tinha uma ideia de fragilidade do sexo feminino.

Leia também: O que é patriarcado?

A terceira onda do movimento feminista

A terceira onda do feminismo acontece a partir de 1990 e se inicia por conta das diferenças entre as mulheres e seus objetivos. Essa onda busca combater os preconceitos de classe, impulsionando o movimento negro e a discriminação do sexismo presente em diversos lugares.

Uma das principais representantes da terceira onda é uma feminista e ativista Rebecca Walker, que escreveu em 1992 um artigo que identifica os combates de classe, raça e sexualidade. Outra ativista importante é Jennifer Baumgardner, que publicou o livro “Manifesta” em 2000, no qual falava sobre justiça, bissexualidade e estupro.

A terceira onda busca o rompimento da mulher sobre um grupo único que luta contra as mesmas injustiças e parte do mesmo lugar, tentando pleitear e mostrar as diferenças de raça, classe e região. Essa onda é importante pois aborda como muitas mulheres não conseguiram lutar pelos seus direitos nos outros movimentos feministas, por se tratar de um movimento majoritariamente protagonizado por mulheres de classe média até então.

A terceira onda foca e ressalta grupos como os de mulheres negras e lésbicas, é aqui que identificamos as diversidades femininas. O movimento foi significativo para a criação de novas vertentes do feminismo, aprimorando novos padrões.

Sobre a quarta onda do feminismo, temos um texto exclusivo sobre o tema, confira: Quarta onda do feminismo: entenda as características do movimento feminista no século 21

Por que o feminismo existe?

O feminismo é fundamental para resolver as questões relacionadas às desigualdades de gênero que foram construídas cultural, social e historicamente. Ao longo dos séculos, testemunhamos a incessante luta das mulheres na busca por princípios e igualdade.

O feminismo se associa a essa luta contra uma sociedade imposta que explora uma única classe com a proposta de manutenção do trabalho. Tal exploração serve como mecanismo da mão-de-obra para manter o capitalismo, por isso é necessário falar sobre o feminismo, a violência, os interesses políticos do estado, o empobrecimento da população e as questões de gênero.

Diante das diferenças sexuais, a sociedade criou o gênero feminino e o gênero masculino, o homem e a mulher, atribuindo funções diferentes para cada um deles. Temos os papéis direcionados para mulheres, como “cuidar dos filhos e da casa” e, direcionados aos homens, como “manter o sustento da família” e “garantir o domínio da propriedade”.

Essas diferenças existem devido ao modelo patriarcal e machista, no qual coloca a figura feminina como frágil, sempre necessitando de uma dependência masculina. Isso vem de uma construção histórica e cultural. A questão de gênero sempre foi levada em conta na manutenção dessa estrutura.

“A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos filhos de uma maneira diferente.”

A feminista Chimamanda Ngozi Adiche em seu livro “Sejamos Todos Feministas”.

Por que não devemos considerar o movimento feminista único?

O feminismo abarca vários grupos de mulheres em tempos cronológicos diferentes, assim como vimos na primeira e segunda onda. As mulheres enfrentam desigualdades, mas em diferentes aspectos.

As mulheres ao redor do mundo continuam passando por um cenário de desigualdade desproporcional em relação aos homens, ainda precisando evidenciar e enfrentar esses problemas. Cada grupo de mulheres possui uma realidade diferente, que pode se dar por causas financeiras, territoriais e raciais, por exemplo. Cada movimento feminista tem uma forma de ação que condiz com sua existência.

No livro “Mulheres, Raça e Classe” de Angela Davis, ela relata várias diferenças na busca de direitos e igualdade da mulher branca e da mulher negra. Um exemplo foi no movimento sufragista, no qual as mulheres negras não eram consideradas qualificadas para o movimento, eram invisíveis na busca por direitos. As mulheres negras também sofriam maior violência em relação as mulheres brancas, as leis alcançavam apenas as filhas dos homens de propriedade. Era muito comum a dominação dos corpos das mulheres negras como um direito de propriedade pelos homens.

Outra mulher que apresentou essas diferenças foi a abolicionista e ativista dos direitos das mulheres Sojourner Truth, que discursou na Convenção pelos Direitos das Mulheres, em 1851, nos Estados Unidos. Ela relatou os benefícios das mulheres brancas diante das mulheres negras, visto que as negras exerciam maior atividade braçal por serem consideradas intelectualmente medíocres.

A seguir, vamos explorar algumas das principais correntes do feminismo.

O que é o Feminismo Liberal?

É uma das vertentes mais antigas do feminismo. Tem como objetivo a política de modificação e a busca por igualdade por meio da legislação. Essa vertente surgiu na Revolução Francesa, com Mary Wollstonecraft na luta por direitos iguais aos homens.

É uma vertente criticada por não tratar de outras questões sociais evidentes como raça e classe social, e não trabalham sobre circunstâncias que trazem opressão ou perpetuação do modelo de estrutura social.

A escritora Brasileira, Taylisi Leite, trouxe em seu livro “Crítica ao Feminismo Liberal: Valor-clivagem e marxismo feminista” algumas críticas a esse feminismo. Esse movimento acredita nas políticas públicas do estado como forma única de alcançar a garantia de direitos como inclusão e dignidade para mulheres. Ela afirma que a luta contra o machismo não seria apenas transformar a forma política, e que não seria o direito jurídico que garantiria a inclusão de pessoas.

O que é o Feminismo Marxista ou Socialista?

O feminismo marxista ou socialista preserva a centralidade do trabalho, no qual a economia estaria diretamente ligada com as desigualdades entre homens e mulheres. Essa vertente procura mostrar, através do capitalismo e da propriedade privada, as diferentes formas em que as mulheres são oprimidas.

De acordo com essa vertente, as desigualdades apresentadas por homens e mulheres e, toda a exploração e dominação que elas sofrem, estão relacionadas diretamente com a economia e o capitalismo, que criam uma estrutura social de dominação. As mulheres só alcançariam a igualdade e liberdade através de uma reestruturação absoluta do sistema capitalista.

A socióloga, Heleieth Saffioti em seu livro “A mulher na sociedade de classes: mito e realidade” argumenta:

“Os determinantes da vida social da mulher são encarados, pois, por Marx, como decorrências de um regime de produção cujo sustentáculo é a opressão do homem pelo homem; de um regime que aliena, que corrompe tanto o corpo quanto o espírito. Logo, a solução está contida na superação dessa fase de desenvolvimento histórico (ou pré-histórico) da humanidade. A ideia de que a mulher, assim como o próprio homem, só atingirá a verdadeira liberdade no regime socialista se apresenta, aliás, como invariância de todo o socialismo chamado científico”.

O que é o Feminismo Interseccional?

O feminismo interseccional tem como objetivo o estudo do sistema de opressão e reconhece os diversos grupos sociais, visto que as mulheres possuem condições diferentes das outras. Essa vertente entende as diferentes lutas das mulheres diante das suas particularidades. Temos como exemplo as lutas das mulheres negras lésbicas que são diferentes das lutas das mulheres negras.

Esse movimento visa agenciar diversos marcadores sociais, como gênero, raça, sexualidade e classe, para conseguir identificar através da individualidade de cada mulher o problema que o feminismo irá combater.

A teórica que ficou conhecida pelo desenvolvimento da teoria interseccional foi Kimberlé Williams Crenshaw, professora estadunidense, especialista em questões de raça e gênero. Ela identificou as opressões e discriminações das mulheres, diante das identidades minoritárias através da estrutura social, observando as opressões que sentiam por conta de suas classes e sexualidades.

Leia também: O que é interseccionalidade?

O que é o Feminismo Negro?

O feminismo negro surgiu por conta das lutas constantes contra a violência dos homens e por conta do racismo.

Na busca por direitos iguais, as mulheres brancas lutavam em combate ao machismo e ao sistema patriarcal, enquanto as mulheres negras sofriam com relações de trabalho pois, muitas vezes, quando tentavam viabilizar as suas narrativas em relação ao trabalho escravo, eram invisibilizadas no meio do feminismo tradicional.

Ainda podemos enxergar esses problemas nos dias atuais, visto que as mulheres negras apresentam um salário inferior ao das mulheres brancas, por exemplo.

A filósofa estadunidense Angela Yvonne Davis, que luta por direitos da população negra e das mulheres negras nos Estados Unidos, apresenta em seu livro “Mulheres, Raça e Classe”, a seguinte passagem:

“Proporcionalmente, as mulheres negras sempre trabalharam mais fora de casa do que suas irmãs brancas. O enorme espaço que o trabalho ocupa hoje na vida das mulheres negras reproduz um padrão estabelecido durante os primeiros anos da escravidão. Como escravas, essas mulheres tinham todos os outros aspectos de sua existência ofuscados pelo trabalho compulsório. Aparentemente, portanto, o ponto de partida de qualquer exploração das vidas das mulheres negras na escravidão seria uma avaliação de seu papel como trabalhadoras. O sistema escravista definia o povo negro como propriedade.”

Leia também: Feminismo Negro no Brasil: história, pautas e conquistas

O que é Ecofeminismo?

O ecofeminismo tem relação direta com a natureza e os animais, visa a luta contra a exploração do meio ambiente e a consagração das diversas formas de vida. Suas ideias tratam sobre as redundâncias entre a mulher, natureza e ciência, que normalmente traz a autoridade do homem como ser que possui um “controle natural” sobre os demais.

Essa vertente tem como objetivo lutar contra a manutenção do modelo patriarcal através da igualdade entre homens, mulheres e o meio ambiente, evidenciando a importância de todos os seres vivos.

A ecofeminista, filósofa e física, Vandana Shiva, escreveu o livro “Monoculturas da Mente” no qual traz a exploração do meio ambiente pelos homens e os riscos que isso pode causar. No seguinte trecho sobre a Convenção da Biodiversidade, ela escreve:

“O que está em jogo para nós é o próprio alicerce de nossa subsistência e de nossa civilização. Os governos do Terceiro Mundo precisam garantir que as emendas e interpretação da Convenção sejam feitas de tal forma que a sobrevivência de nossas diversas comunidades e espécies com as quais convivemos não sejam sacrificadas. Para nós do terceiro mundo, a proteção às plantas é sinônimo de proteção às pessoas que foram suas guardiãs ao longo da história”.

Leia também: Ecofeminismo: você sabe o que é?

O que é o Feminismo Radical?

Essa vertente do feminismo acredita que nenhum alcance dos propósitos das mulheres vai ocorrer sem a eliminação do domínio masculino. Apenas com o fim da estrutura seria possível lutar contra a opressão. A abolição do gênero seria o melhor caminho para alcançar direitos e acabar com as opressões contra as mulheres.

O gênero é algo criado e serve como instrumento do modelo patriarcal, inferiorizando as mulheres e estabelecendo uma hierarquia que gera opressão. Segundo esta corrente, para conseguir a abolição do gênero, é necessária uma busca radical, com o intuito de descobrir todo o lugar que o gênero atinge e auxilia na construção de desigualdades.

É preciso identificar como desigualdades de gênero ocorrem dentro da família, visto que em muitas vezes o homem está acima da mulher em relação à hierarquia. Entender isso é necessário para que as mulheres possam trabalhar fora de casa, atingindo a sua liberdade econômica.

Esta corrente também entende que é importante perceber as diferenças de gênero na infância para que as crianças não perpetuem as mesmas atitudes e pensamentos do modelo patriarcal, podendo a longo prazo barrar o modelo de gênero.

A escritora e professora norte-americana Phyllis Chesler, conhecida por ser uma psicóloga feminista e pelo seu livro “Women and Madness”, fala como o modo de organização social é regulado pelo sistema de gênero. Ela afirma que esse sistema é responsável por regular o comportamento das diferenças sexuais e que as mulheres no passado foram muitas vezes taxadas como loucas quando não efetuavam os afazeres domésticos ou matrimoniais, considerando um comportamento transgressor.

E aí, conseguiu compreender o que é feminismo? Deu para entender suas diferentes correntes e ondas? Qual chamou mais a sua atenção?

Referências:
  • ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Sejamos Todos Feministas. 1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
  • ARRUZA, Cinzia; BHATTACHARYA, Tithi; NANCY, Fraser. Feminismo para os 99%: Um Manifesto. 1ª ed. São Paulo: Boi Tempo, 2019.
  • BOURCIER, Sam. Compreender o Feminismo. 1ª ed. Bahia: Editora Devires, 2021.
  • DAVIS, Angela. Mulheres, Raça e Classe. 1ª ed. São Paulo: Boi Tempo, 2016.
  • HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Pensamento Feminista: Conceitos Fundamentais. 1ª ed. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
  • HOOKS, Bell. O Feminismo é Para Todo Mundo: Políticas Arrebatadoras. 14ª ed. Rio de janeiro, 2018.
  • LEITE, Taylisi. Crítica ao Feminismo Liberal: Valor-clivagem e Marxismo Feminista. 1ª ed. São Paulo: Editora Contracorrente, 2020.
  • O Livro do Feminismo. 1ªed. Rio de Janeiro: Globo Livros, 2019.
  • SAFFIOTI, Iara Bongiovani Heleieth. A Mulher na Sociedade de Classes: Mito e Realidade. 2ª ed. São Paulo: EDITORA EXPRESSÃO POPULAR, 2013.
  • SHIVA, Vandana. Monoculturas da Mente. São Paulo: Gaia, 2018.
  • TIBURI, Marcia. Feminismo em Comum: Para todas, Todes e Todos. 14ª ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2020.

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